Visita Guiada na Mina Brejuí – Região Seridó

Um mina com importante reserva de scheelita no meio do sertão do Rio Grande do Norte. Descubra a historia do Embargador Thomas Salustino fundador da mina Brejuí.

Excursões programadas ao longo do ano,

Obs:
Os preços mencionados no site podem sofrer reajustes de temporadas

gem1 Saída do hotel em Natal-RN às 07:00 h, sentido interior do estado – o Seridó Potiguar. Parada opcional no Santuário de Santa Rita de Cássia, padroeira das causas impossíveis, localizada no município de Santa Cruz – RN. Chegada na Mina de scheelita Brejuí, em torno de 11:00 h. A visita estende-se até o museu Thomas Salustino, inaugurado em homenagem ao fundador da mina Brejuí, que retrata a sua biografia, tradições, experimentos, ferramentas e utensílios que relembram toda história da mina e da região.
http://www.easytourrn.com.br/pt/holiday/santa-cruz/

Mina Brejuí

Mina Brejuí

A história do mineral Scheelita e a Mina Brejuí.

Scheelita é um mineral abundante na região do seridó e é matéria prima do tungstênio, o qual é muito utilizado pelas grandes potências mundiais na indústria bélica, e outras que tem a confecção do aço, altamente resistente, como produto, assim é a NASA e a General Electric, p.ex. A visita à Mina Brejuí faz-se acompanhada de guia local, com EPI – Equipamento de Proteção individual (para visitas, causados fechados), o qual apresentará à história e o procedimento da extração do mineral, assim como, suas características e uso.

Parte da história sobre o surgimento desse empreendimento na região do sertão nordestino esclarece que; e um dia qualquer, no ano de 1942, em plena segunda guerra mundial, um pião da fazenda do desembargador Thomas Salustino, localizada no município de Currais Novos-RN, Seridó Potiguar, distante 185 km da capital, ao se preparar para lançar uma pedra em direção a um açude, de forma a organizar uma manada, surpreendeu-se com o peso dessa pedra, no que o fez mostrar ao desembargador, o qual espantou-se com o peso e mandou que fosse analisada na cidade do Rio de Janeiro. Logo, fora informado que essa pedra continha scheelita, de onde poderia ser extraído o tungstênio, material resistente ao calor que tem um papel importante na industria mundial para o aço. Assim nasceu a famosa Mina Brejuí.
Thomas Salustino, fundador da Mina Brejuí, que já era um homem afortunado, se tornou o quarto homem mais rico do mundo na década dos anos 40. A mina empregou milhares de operários e operava a plena capacidade até os anos 90, quando cerrou suas portas devido aos baixos preços do mineral no mercado internacional provocados pela interferência comercial da China que passa a vender e comprar o minério mundialmente, já que é grande produtor e consumidor do produto.

A Mina Brejuí reiniciou sua produção no ano de 2013, após este mesmo país interromper suas vendas no mercado mundial, sendo hoje, só consumidor. Hoje a Mina Brejuí produz de 15 a 20 TON/mês para exportação e mantém uma equipe de 200 operários trabalhando nessa extração.

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